Roda de Cura/Centauros Feridos

Arte, saúde e seres híbridos: transgressões e integrações de fronteiras


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Festival Wana

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The Tatooist – New Zealander Film

Plot

Jake Sawyer (Jason Behr) is a global wanderer and tattooist who explores ethnic themes in his designs. While visiting Singapore to sell his craft at a local trade show, he swipes an ancient Samoan tattoo tool. After flying to New Zealand to resume his art, he meet up with a lovely Samoan woman named Sina (Mia Blake) and discovers the local Samoan culture. But Jake slowly learns that his stolen tool ends up unleashing an evil avenging spirit whom targets all of the customers that Jake has given tattoos to since his theft of the tool. While attempting to learn pe’a, the Samoan tradition of tattooing, Jake soon realizes that Sina is imperiled when she gets a tattoo from him and he must find a way to save her, and himself.


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O poder do belo

(R. C. Migliorini)

Um post do Face book dizia que, certa vez, um famoso violinista tocou incógnito durante quarenta e cinco minutos no metrô de Washington. Nesse tempo quase ninguém parou para ouvi-lo. Somente as crianças deram sinais de que o fariam, caso não estivessem acompanhadas por pais apressados.

Nada me parece mais natural, já que, ao contrário do que ocorre com os adultos, na maioria das sociedades humanas, são elas que dispõem de tempo. Por sua vez são os adultos que se dedicam, não só à própria subsistência, como também à das crianças.

Ilustro meu ponto de vista com um filme a que assisti nesse final de semana. Ele era sobre a vida em uma tribo de Papua – Nova Guiné. Nele mencionaram muitas pessoas, entre elas um garoto e seu pai.

Ao garoto cabia a tarefa de cuidar dos poucos porcos da família. Como essa tarefa não exigia tanto o seu tempo, ele podia brincar com as crianças que faziam o mesmo, caçar borboletas, se entreter com vários insetos, cultivar uma mini horta e até tirar uma soneca durante o trabalho.

Local people participating at the mumu, Lakwanda, Tari, PNG.

Local people participating at the mumu, Lakwanda, Tari, PNG.

Já seu pai caminhava diariamente para uma torre de observação de onde vigiava a aproximação de inimigos. Protegia, assim, o território da aldeia e, durante o tempo lá encarapitado, fazia outras atividades que não o distraiam muito nem exigiam que ele saísse de seu posto.

Como em algumas raras ocasiões as batalhas ceifavam a vida de alguém, os homens se permitiam repeti-las em intervalos regulares, sem sequer pensar em fazer um tratado de paz. Contudo, todas terminavam antes do anoitecer, porque mesmo o guerreiro mais feroz temia os fantasmas que vagavam durante as horas de escuridão.

É interessante notar, porém, que estivesse seu povoado em em guerra ou não, o pai do menino nunca deixava de olhar as belezas ao redor. A que preferia era ver a revoada das andorinhas se recolhendo para dormir.

Talvez a atribulação máxima de vida de adulto fosse guerrear. Olhar para essas coisas, em contraposição, poderia ser o seu modo de relaxar. Parece que os seres humanos não são tão diferentes assim, vivam em uma tribo ou em uma grande cidade. Nós também transformamos nossas batalhas em entretenimento e, do mesmo modo, belas vistas e músicas nos relaxam mesmo que não tenhamos tempo para nos deter diante delas.


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Tama – Kiwi film where the haka is a breaker of the communication barrier

Mais/More: http://www.radionz.co.nz/concert/programmes/upbeat/audio/201854087/the-sound-of-silence