DeMon / Curadores Feridos / AMtro

Trespassing of Boundaries and Unification of Differences Through Art


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Understanding the Pacific’s alternative genders

https://www.rnz.co.nz/international/pacific-news/397872/understanding-the-pacific-s-alternative-genders

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How to Use Maori Weaponry

Em vez de traduzir os vídeos, “Como usar as armas Maoris, partes 1 e 2”, preferi falar só do que me chamou a atenção neles: a integração que algumas vezes ocorre entre o bélico, o estético e o espiritual.

O filme já começa mostrando que há um grande cuidado artístico na confecção das armas maoris em geral.

Depois, focaliza a taiaha, salientando que ela passa por diversos artesãos, cada um especializado em uma arte.

Eles, então, a levam a lugares e rios sagrados para a impregnarem de força espiritual.

Como ancestral do guerreiro, a taiaha fala com ele, vê o espaço em volta dele e entra no campo de batalha com ele. Enfim, o protege.


A carranca nela esculpida, bem como a maneira de utilizar essa arma, têm uma razão de ser. Mais do que simples olhos entalhados na máscara que adorna a arma, eles veem. Veem o espaço em torno do guerreiro que a empunha e que está com o olhar fixo à frente.

Vendo o que o guerreiro não está enxergando, eles ajudam a taiaha a protegê-lo. Por isso, ele “varre” com ela todo o espaço em torno de si. A brande o tempo todo e a gira para todos os lados. Assim ela o transforma no homem de seis olhos.

Isso é invariável nas diversas ocasiões em que é usada, seja nos combates ou nos discursos rituais, como na arenga de boas-vindas feita a um visitante. Ali, ela apoia a fala do orador e amplia o seu domínio sobre o público.

O filme segue para o patu, uma arma curta, como o rakau. Mas entre uma e outra, não deixa de abordar o tewhatewha.

Esse também tem espírito sobrenatural, ancestrais e corpo. Instrumento de guerra afim à taiaha, nele o guerreiro carrega consigo a força e a essência de seus antepassados.


Em relação à exibição artística, um dos entrevistados do filme diz que a sua experiência em mostrar as artes e os rituais maori no palco, o preparou para se tornar um guerreiro na tribo da qual faz parte.

Por fim, o cineasta conclui que todas as armas são imbuídas de força vital, poder e espírito e que elas devem ser respeitadas por isso.

Assim, não é, por vezes, também estética e espiritual a arte da guerra?


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The Tatooist – New Zealander Film

Plot

Jake Sawyer (Jason Behr) is a global wanderer and tattooist who explores ethnic themes in his designs. While visiting Singapore to sell his craft at a local trade show, he swipes an ancient Samoan tattoo tool. After flying to New Zealand to resume his art, he meet up with a lovely Samoan woman named Sina (Mia Blake) and discovers the local Samoan culture. But Jake slowly learns that his stolen tool ends up unleashing an evil avenging spirit whom targets all of the customers that Jake has given tattoos to since his theft of the tool. While attempting to learn pe’a, the Samoan tradition of tattooing, Jake soon realizes that Sina is imperiled when she gets a tattoo from him and he must find a way to save her, and himself.