Roda de Cura/Centauros Feridos

Arte e seres híbridos: transgressões e integrações de fronteiras

A Metáfora do Monstro: cura e contemporaneidade

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“Curadores feridos e outros frankenteins”, de minha autoria, toma monstros como metáfora, partindo do princípio de que seus corpos híbridos refletem um embate entre aspectos opostos internos ou externos a eles.Em seu percurso, difunde a crença de que a integração dessas forças possibilita o que o autor entende por cura. Em suma, trata de arte (dança, teatro, artes visuais e literatura), criatividade, limites, fronteiras, empoderamento, comunicação entre pessoas com características físicas e culturais diversas, hibridismo, pós-modernidade e inclusão.

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Author: roda de cura

Um ex-artista de dança interessado na transgressão e integração de fronteiras pela arte. A former dancer interested in trespassing of boundaries and unification of differences through art.

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